Quando em meu
Peito, rebentar-se
A fibra do laço
Que une nossas chamas
Entraras em desespero!
E eu?
Sem culpa...
Sem dó...
Te largarei ao ninho
Onde todos os outros
Já descansam
E não passaras de mais um.
Tão livre Quanto comprimetida
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